📘 – More Human Than Human (2018).
O documentário acompanha o diretor Tommy Pallotta enquanto ele explora o impacto crescente da inteligência artificial e tenta responder a uma pergunta essencial: “Será que máquinas podem superar humanos até mesmo na criatividade?”
Para isso, Pallotta embarca em um experimento ousado: construir um robô capaz de dirigir e produzir partes do próprio documentário, incluindo entrevistas, filmagens e decisões criativas.
Ao longo da jornada, ele conversa com especialistas em IA, cientistas, futuristas, artistas e CEOs de empresas de tecnologia para entender como máquinas inteligentes estão transformando trabalho, arte, privacidade, relações humanas e até nossa identidade.
📙 – 1. A proposta do experimento; O diretor decide criar um sistema de IA que possa, por conta própria, fazer o papel de cineasta — entrevistar, gravar, fazer perguntas e tomar decisões.
A ideia é testar se a criatividade humana é realmente única ou pode ser replicada por máquinas.
2. IA, trabalho e automação; Especialistas mostram como algoritmos estão substituindo funções humanas em diversos setores, desde indústrias tradicionais até serviços criativos.
Há uma discussão sobre o medo de que a automação torne certas profissões obsoletas e sobre como isso afeta o futuro do trabalho.
3. Criatividade artificial; O documentário examina robôs que escrevem, pintam, compõem músicas e até fazem filmes.
O debate central é: se a IA dá resultados que “parecem criativos”, isso significa que ela realmente cria?
Ou está apenas replicando padrões aprendidos?
4. IA em nossas vidas; São abordados avanços em assistentes virtuais, softwares de reconhecimento facial e algoritmos capazes de tomar decisões que antes exigiam julgamento humano.
O filme questiona até que ponto estamos dispostos a entregar nossa autonomia para sistemas inteligentes.
5. Ética e perigos; Há uma discussão sobre riscos: vigilância, perda de privacidade, vieses, manipulação de dados e a possibilidade de IA desenvolver capacidades não previstas por seus criadores.
6. O resultado do experimento; Quando o diretor avalia o que sua IA produziu, percebe que ela é capaz de realizar tarefas técnicas e até de simular entrevistas — porém não substitui a sensibilidade humana, a noção de propósito, a pesquisa profunda e a intuição.
Mas também revela que a IA já está muito mais avançada do que muitos imaginam e pode ultrapassar humanos em diversas áreas mais rápido do que esperamos.
O documentário provoca o espectador a refletir sobre o futuro: Como será viver em um mundo onde máquinas podem ser mais inteligentes?
O que ainda nos torna “humanos”?
E como garantir que continuemos no controle?
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