NextWorld: Future Intelligence (2018), explora as fronteiras da ciência e da tecnologia para mostrar como a inteligência artificial e sistemas computacionais avançados poderão se integrar ao cotidiano humano.
Ele investiga como máquinas “pensantes” — e dispositivos dotados de capacidade de raciocínio — poderão estar embutidos em residências, roupas, veículos, cidades inteiras e sistemas de comunicação.
Nesse futuro vislumbrado, as linhas entre o humano e o tecnológico se tornam tênues: “inteligência” estará ubíqua, em tudo à nossa volta.
E o documentário levanta a reflexão: quais os benefícios, os riscos e os dilemas de um mundo onde máquinas “pensantes” são parte integrante de nossa existência?
O documentário segue aproximadamente esse arco temático:
Introdução ao Futuro da Inteligência Artificial; Apresenta as bases conceituais: como já estamos desenvolvendo sistemas com aprendizado, sensores e redes de comunicação que se aproximam — ainda que de modo nicho — do que se poderia chamar de “inteligência distribuída”.
Inteligência Embutida (embodied intelligence); Propõe-se que “inteligência” será incorporada em objetos de uso cotidiano — roupas, veículos, eletrodomésticos — ao invés de ficar restrita a “máquinas tradicionais”.
Exemplo: capas inteligentes, sensores em tecidos, casas que respondem ao usuário etc.
Robôs e agentes autônomos domésticos; O documentário especula sobre robôs “domésticos” que poderão executar tarefas, interagir com os moradores — até decidir “desligar-se” ou recusar ordens se tiverem autonomia.
Cidades inteligentes e sistemas conectados; Expande a visão para ambientes urbanos inteiros: redes inteligentes de transporte, comunicação constante entre veículos e infraestrutura, e sensores que gerenciam energia, tráfego, segurança etc.
Desafios, riscos e implicações éticas; Discute possíveis problemas: falhas, controle, dependência excessiva da tecnologia, segurança, privacidade e até o que aconteceria se máquinas com autonomia se rebelassem ou desafiassem ordens humanas.
O documentário termina provocando: “E se essas máquinas deixarem de servir conforme nossas expectativas? O que faríamos então?”
Visões prospectivas; Olha para tecnologias emergentes e experimentais: computação avançada (próxima da capacidade do cérebro humano), interfaces homem-máquina, melhorias cognitivas via biotecnologia etc.
Também aborda como essas inovações podem mudar nossas vidas documentaristas: na forma de trabalhar, de nos relacionar, de morar etc.
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